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domingo, 19 de setembro de 2010

QUEM É A DILMA? LEIA COM ATENÇÃO!

Quem é ela? Família classe A, com casa enorme, 3 empregadas e refeições servidas à francesa, com guarnições e talheres específicos. Tinham piano e professora particular de francês. Dilma entrou primeiro numa escola de freiras - Colégio Sion - e, depois, no renomado Estadual Central. Nas férias, iam de avião para Guarapari/ES e ficavam no Hotel Cassino Radium. Dilma, ainda jovem, entrou para o POLOP - Política Operária - e depois mudou-se para o COLINA - Comando de Libertação Nacional. Casou-se com Cláudio Galeno Linhares, especialista em fazer bombas com os pós e líquidos da farmácia de manipulação do seu pai. Aos 21 anos, Dilma partiu para o RJ a fim de se esconder dos militares, após o frustrado assalto ao Banco da Lavoura de Sabará. Com Carlos Franklin Paixão de Araújo, o chefe da dissidência do Partidão, Dilma participou da fusão COLINA/VPR (esta do Lamarca), que deu origem, em Mongaguá, à Vanguarda Armada Revolucionária-Palmares. Foi em Mongaguá, litoral paulista, que se traçou o plano da "Grande Ação", que se deu em 18 de julho de 1969, com o assalto e roubo do cofre da casa da amante do Ademar de Barros, em Santa Teresa/RJ, que rendeu-lhes 2,5 milhões de dólares. Dilma era chamada de "Joana D'Arc da subversão". Então foi para São Paulo onde dividia um quarto com Maria Celeste Martins, hoje sua assessora imediata no Planalto. Depois de vários ataques, foi presa, armada, em um bar da Rua Augusta. Dilma saiu do presídio em 1973. AGORA A PERGUNTA “QUE NÃO QUER CALAR” É A SEGUINTE: No caso da srª Dilma ser eleita Presidente do Brasil, quem será a pessoa que irá aos Estados Unidos para a fala habitual na Assembléia Geral da ONU, ou para discutir com o presidente americano sobre questões de comércio, por exemplo? A Presidente não irá, com 100% de certeza! Dilma Roussef foi condenada nos Estados Unidos pelo seqüestro do embaixador norte-americano, na década de 60 (Charles Elbrick) remember ? Juntamente com outras pessoas (por exemplo: Fernando Gabeira). A pena é bem grande e não há como pensar em liberdade condicional. Lá o crime não prescreve ! A questão secundária é que isto vale para outros 11 países. Nós temos uma solução ideal para resolver esta questão: não elegê-la presidente. Desta maneira ela poderá escolher lugares muito confortáveis para viver o resto da vida como, por exemplo, Havana, em Cuba, ou La Paz na Bolívia, o que resolverá vários problemas: os dela e os nossos. Já pensou se ela resolve fazer uma visitinha àquele cara simpático e ultra democrático da Venezuela, o Huguinho Chávez e, de repente, uma tempestade no Caribe obriga o avião a descer em Miami, que fica ali perto. Imagine a encrenca monumental que nem o presidente americano vai poder desfazer? Volto a perguntar: Quem vai representar o Brasil nas viagens internacionais aos Estados Unidos e aos 11 países onde ela pode ser presa no próprio aeroporto onde desembarcar? Você percebeu que Ela não viaja com o Presidente, pelo mundo, pois, o mundo dela é muito pequeno, poucos países a receberiam, e muitos não a deixariam sair mais, é não seria por AMOR A ELA, MAS PARA FAZER O DEVIDO AJUSTE DE CONTAS COM A JUSTIÇA, QUE AQUI ELA TAMBÉM AINDA NÃO FEZ. NÃO BASTA NÃO VOTAR NELA. É PRECISO QUE VOCE DIVULGUE QUEM É ELA, PARA QUE NENHUM DE TEUS CONHECIDOS DÊ UM UNICO VOTO A ESTA CANDITADA A PRESIDÊNCIA DE NOSSO QUERIDO BRASIL.

domingo, 12 de setembro de 2010

Desrespeito à Lei da Fila é um dos problemas enfrentados pelos consumidores

Agência Brasil Publicação: 11/09/2010 15:00 Brasília - O Código de Defesa do Consumidor (CDC) prevê o respeito à dignidade no atendimento ao público, a proteção de seus interesses econômicos, a melhoria na qualidade de vida e a harmonia das relações de consumo. Mas esses princípios muitas vezes são desrespeitados, como nos casos do tempo de espera em filas, especialmente em bancos. Não há uma lei federal que regulamente o tempo de espera. Cabe aos estados e municípios elaborarem a legislação nesse caso. No Distrito Federal, por exemplo, a Lei nº 2.547/2000 estabelece que ninguém pode passar mais de 30 minutos em filas em locais como bancos, consultórios médicos particulares e públicos, e no próprio Procon. “Só estão isentas da Lei da Fila as unidades de terapia intensiva (UTIs) e as emergências de hospitais”, afirma o diretor-geral do Procon do Distrito Federal, Oswaldo Moraes. Segundo ele, as empresas e prestadoras de serviços precisam ter um sistema de distribuição de senhas para registrar o horário da chegada do consumidor. “Se uma empresa não tem um dispositivo de senha, o Procon vai multá-la, porque ela obrigatoriamente tem que ter o dispositivo que identifique o horário da chegada e o momento em que for começado o atendimento”, diz Moraes, ao lembar que as reclamações sobre o descumprimento desse regra possem ser feitas pelo telefone 151. O representante comercial Ronaldo Cerqueira defende a contratação de mais funcionários pelos bancos, para que essas instituições respeitem o tempo máximo de permanência nas filas previsto na lei. “Já é tão pouco o tempo em que o banco funciona, das 11h às 16h, e a gente enfrenta uma fila absurda, apenas dois caixas funcionando. A gente fica meia hora, 50 minutos na fila, eu acho que precisa ser cumprido esse rigor da meia hora, é um absurdo, eu acho que faltam também funcionários nos bancos para atender à demanda.” A advogada da Fundação ProTeste - Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, Tatiana Viola de Queiroz, explica que o CDC traz os direitos básicos do consumidor e que leis afirmativas dão ênfase a esses direitos. “O código traz princípios, fala de uma forma mais geral ao consumidor, justamente para que não haja necessidade de haver tanta modificação na lei. Essas outras leis visam justamente a trazer de uma forma mais prática o que o CDC não traz. Elas são de suma importância para dar mais clareza aos consumidores, porém todos esses direitos já estão expressos no Código de Defesa do Consumidor”, destaca Tatiana. Quanto aos bancos, o presidente do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec), José Geraldo Tardin, informa que está sendo feito um termo de ajuste de conduta para as instituições financeiras se adequarem à lei. Segundo ele, no Distrito Federal, a Lei da Fila determina que, entre os dias 1º e 10 do mês, o tempo de espera seja de até 30 minutos. Nos demais dias, o limite é de 20 minutos. O QUE VAMOS FALAR DE NOSSAS AGÊNCIAS BANCÁRIAS HEIN? FALO DE CASIMIRO DE ABREU/RJ - BANCO DO BRASIL/ITAÚ

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Convênio estabelece mínimo de 5% de mão de obra prisional nas obras da Copa

Um convênio firmado entre o CNJ (Conselho Nacional de Justiça), o Ministério dos Esportes, o Comitê Organizador Brasileiro da Copa e governadores e prefeitos de todas as sedes da Copa do Mundo estabelece a inclusão de um percentual mínimo de 5% de mão de obra prisional nas obras e serviços públicos relativos aos eventos da Copa do Mundo e da Copa das Confederações, que serão realizadas respectivamente em 2014 e 2013. O Termo de Cooperação Técnica 001/2010 já viabilizou a admissão de quatro detentos para atuarem na construção da Arena Pantanal, segundo a Agecopa (Agência Estadual de Execução dos Projetos da Copa do Mundo do Pantanal). De acordo com a Agência, outros quatro presidiários estão realizando os procedimentos admissionais e de qualificação para atuarem nas obras. O Distrito Federal também já se comprometeu a contratar detentos para trabalharem nas obras da Copa do Mundo. Em julho, durante a cerimônia que marcou o início das obras no Estádio Mané Garrincha, o Governo do Distrito Federal anunciou a contratação de 50 presidiários para trabalharem na reforma do Estádio. Brasília foi a primeira das 12 cidades sede da Copa a dar início à contratação de presos e ex-detentos. Na reforma do estádio, as primeiras admissões serão de presos que cumprem pena em regime aberto e semiaberto. Em Brasília, os presos que trabalham nas obras são remunerados com um salário mínimo e recebem auxílio-transporte e vale-alimentação. Os presos têm direito a um dia de redução da sua pena para cada três dias de trabalho em todas as contratações realizadas. As contratações estão inseridas no programa Começar de Novo, que busca a reinserção social dos presos e egressos no mercado de trabalho. O programa Começar de Novo, lançado pelo CNJ em dezembro de 2008 , tem como finalidade reduzir o preconceito em relação aos presos e ex-detentos, assim como possibilitar a sua reinserção no mercado de trabalho. Serviço O programa Começar de Novo conta atualmente com diversos parceiros que se comprometem a empregar ou capacitar os egressos. As vagas oferecidas são divulgadas no portal de oportunidades do programa, que está disponível no site da CNJ. O apoio pode ser oferecido tanto por instituições públicas de qualquer das esferas dos poderes, como por entidades privadas ou da sociedade civil. FONTE DE PESQUISA: http://ultimainstancia.uol.com.br 06/09/2010 - 12h07

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