O governo espera publicar em meados de setembro o edital de licitação para receber as propostas para construção do Trem de Alta Velocidade (TAV), o trem-bala que ligará Campinas, São Paulo e Rio.
Osecretário executivo do Ministério dos Transportes, Paulo Sérgio Oliveira Passos, acredita que as obras comecem no segundo semestre de 2010, a partir da criação de uma estatal para supervisionar a construção.
O secretário informou que já existe um anteprojeto de lei para criação da estatal em fase final de análise na Casa Civil e que deverá ser encaminhado ao Congresso nos próximos meses.
– Estamos falando de uma empresa enxuta, focada na tecnologia dos trens de alta velocidade e engenharia com profissionais especializados nessa área – disse o secretário.
A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, antecipou no ano passado a intenção do governo de criar uma estatal para administrar o trem-bala e coordenar o processo de transferência de tecnologia ferroviária para trens de alta velocidade. Passos disse que o Brasil não quer apenas importar equipamentos, mas deseja deter a tecnologia.
Viagem de São Paulo ao Rio vai levar 1h33min
Para colocar o edital na rua, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) deverá ainda enviar para análise do Tribunal de Contas da União (TCU) todos os documentos que envolvem a obra. O objetivo é que as propostas sejam entregues em dezembro deste ano e o contrato de concessão seja assinado no final do primeiro semestre de 2010.
O diretor-geral da ANTT, Bernardo Figueiredo, acrescentou que será considerado o prazo de execução das obras proposto pelos licitantes, já que o governo quer ter o trem-bala em operação a partir de 2014, ano da Copa do Mundo no Brasil.
– Isso é um grande desafio, mas acreditamos que é viável – disse o secretário.
Na sexta, foi divulgado que o orçamento das obras é de R$ 34,6 bilhões, 57% mais que o previsto originalmente no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
O trem partirá do Campo de Marte, em São Paulo, e chegará ao Rio na Barão de Mauá. O tempo da viagem deve ser de uma hora e 33 minutos, a 280 km/h.
domingo, 19 de julho de 2009
Edital de trem-bala sai até setembro - 19/07/2009
O governo espera publicar em meados de setembro o edital de licitação para receber as propostas para construção do Trem de Alta Velocidade (TAV), o trem-bala que ligará Campinas, São Paulo e Rio.
Osecretário executivo do Ministério dos Transportes, Paulo Sérgio Oliveira Passos, acredita que as obras comecem no segundo semestre de 2010, a partir da criação de uma estatal para supervisionar a construção.
O secretário informou que já existe um anteprojeto de lei para criação da estatal em fase final de análise na Casa Civil e que deverá ser encaminhado ao Congresso nos próximos meses.
– Estamos falando de uma empresa enxuta, focada na tecnologia dos trens de alta velocidade e engenharia com profissionais especializados nessa área – disse o secretário.
A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, antecipou no ano passado a intenção do governo de criar uma estatal para administrar o trem-bala e coordenar o processo de transferência de tecnologia ferroviária para trens de alta velocidade. Passos disse que o Brasil não quer apenas importar equipamentos, mas deseja deter a tecnologia.
Viagem de São Paulo ao Rio vai levar 1h33min
Para colocar o edital na rua, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) deverá ainda enviar para análise do Tribunal de Contas da União (TCU) todos os documentos que envolvem a obra. O objetivo é que as propostas sejam entregues em dezembro deste ano e o contrato de concessão seja assinado no final do primeiro semestre de 2010.
O diretor-geral da ANTT, Bernardo Figueiredo, acrescentou que será considerado o prazo de execução das obras proposto pelos licitantes, já que o governo quer ter o trem-bala em operação a partir de 2014, ano da Copa do Mundo no Brasil.
– Isso é um grande desafio, mas acreditamos que é viável – disse o secretário.
Na sexta, foi divulgado que o orçamento das obras é de R$ 34,6 bilhões, 57% mais que o previsto originalmente no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
O trem partirá do Campo de Marte, em São Paulo, e chegará ao Rio na Barão de Mauá. O tempo da viagem deve ser de uma hora e 33 minutos, a 280 km/h.
CHAMEM JOSÉ DIRCEU
Guerrilha colombiana - 23/06/2009
Celso Amorim reitera apoio do Brasil a libertação de reféns das Farc
BOGOTÁ - O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, reiterou nesta terça-feira o apoio brasileiro a eventuais libertações de reféns das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), caso o governo colombiano solicite e desde que a ação seja "puramente humanitária".
Em declarações ao jornal colombiano "El Tiempo", Amorim afirmou que o Brasil poderá ajudar novamente em uma operação de libertação de reféns, "sem nenhuma intenção política, em uma operação puramente humanitária".
Sete policiais e 25 rebeldes morrem em combate na Colômbia
Em fevereiro passado, a Força Aérea Brasileira (FAB) emprestou dois helicópteros ao Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), entidade designada pelo governo de Bogotá para coordenar a libertação de seis reféns da guerrilha, e ajudou na estratégia logística.
Recentemente, as Farc anunciaram que libertariam o militar Pablo Emilio Moncayo, em um novo gesto unilateral, desde que estivessem presentes na operação o pai do soldado e a senadora de oposição Piedad Córdoba, como garantia de segurança.
Na época, Córdoba afirmou que o Brasil poderia participar da nova operação, afirmando que na anterior "ocorreu de maneira muito rápida e eficiente".
- Vamos fazer absolutamente tudo da mesma maneira - disse a senadora na ocasião.
Por outro lado, o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, se opôs à presença da parlamentar e do pai de Moncayo e afirmou que aceitaria apenas a mediação da Igreja católica colombiana e a Cruz Vermelha Internacional. As informações são da agência Ansa.
Farc estão infiltradas na alta esfera do Brasil, segundo revista colombiana
DEPOIS DISSO TUDO O CARA (JOSÉ DIRCEU) SUMIU LITERALMENTE
31/07/2008
EFE
Em Bogotá
A presença das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) no Brasil "chegou até as mais altas esferas" do Governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao PT, aos líderes políticos brasileiros e ao Poder Judiciário, publicou hoje a revista colombiana "Cambio".
A conclusão foi tirada de supostos e-mails encontrados no computador do ex-porta-voz internacional das Farc "Raúl Reyes", afirma a última edição da revista, que entrou em circulação hoje.
Segundo a publicação colombiana, as Farc mantiveram contato com José Dirceu, que era ministro da Casa Civil; Roberto Amaral, ex-ministro de Ciência e Tecnologia; Erika Kokay, deputada; Gilberto Carvalho, chefe de Gabinete; Celso Amorim, ministro das Relações Exteriores; Marco Aurélio Garcia, assessor de Assuntos Internacionais; Perly Cipriano, representante da Secretaria Especial dos Direitos Humanos; Paulo Vanucci, ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos e Selvino Heck, assessor presidencial
O Governo colombiano, no entanto, "usou seletivamente os arquivos do computador de "Raúl Reyes"".
A publicação acrescenta que com "Equador e Venezuela, (os arquivos) foram usados para colocar em contradição (o presidente venezuelano Hugo) Chávez e (o presidente equatoriano Rafael) Correa, hostis a (o chefe de Estado colombiano Álvaro) Uribe".
Com o Brasil, "a articulação foi feita embaixo da mesa para não comprometer Lula, que se mostrou mais hábil e menos combativo com a Colômbia", destacou a revista "Cambio".
Nos e-mails de "Reyes" - cujo nome verdadeiro era Luis Edgar Devia e que foi morto por tropas colombianas em solo equatoriano em primeiro de março - são mencionados "cinco ministros, um procurador-geral, um assessor especial da Presidência, um vice-ministro, cinco deputados, um vereador e um juiz superior" brasileiros, acrescentou a revista.
Algumas mensagens foram escritas durante o processo de paz da Colômbia entre 1998 e 2002 em San Vicente del Caguán, durante o Governo do então presidente colombiano Andrés Pastrana, "e envolvem um prestigioso juiz e um alto ex-oficial das Forças Armadas brasileiras".
A mesma reportagem diz que "a expansão das Farc na América Latina não incluiu apenas funcionários dos Governos de Venezuela e Equador, mas também comprometeu importantes dirigentes, políticos e altos membros do PT".
A "Cambio" cita o ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu, o ex-ministro de Ciência e Tecnologia Roberto Amaral, a deputada distrital Erika Kokay e o chefe de Gabinete da Presidência da República, Gilberto Carvalho.
Também são mencionados nesses e-mails o ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, o assessor especial de Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, o subsecretário de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos, Perly Cipriano, o secretário de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, e o assessor presidencial Selvino Heck.
A "Cambio" disse que teve acesso aos 85 e-mails de "Reyes" entre fevereiro de 1999 e fevereiro de 2008 enviados e respondidos pelo líder máximo das Farc, "Manuel Marulanda" ou "Tirofijo", cujo nome verdadeiro era Pedro Antonio Marín e que morreu este ano.
Ainda segundo a "Cambio", há mensagens de "Reyes" para o chefe militar das Farc, "Mono Jojoy" - cujo nome verdadeiro é Jorge Briceño -, e para Francisco Antonio Cadena Collazos - conhecido como padre Olivério Medina e "Cura Camilo" e que atua como delegado das Farc no Brasil - e de todos eles com dois homens identificados como "Hermes" e "José Luis".
"Cura Camilo", preso em São Paulo em agosto de 2005, vivia no Brasil há oito anos e foi beneficiado com uma proteção especial por ser casado com uma brasileira.
Em 2006, o Comitê Nacional para Refugiados (Conare) concedeu a "Cura Camilo" o status de refugiado, decisão que pesou bastante para o Supremo Tribunal Federal (STF) negar seu pedido de extradição para a Colômbia.
"Cura Camilo" foi "chefe de imprensa" da guerrilha colombiana no início dos frustrados diálogos de paz em San Vicente del Caguán.
O chamado "dossiê brasileiro" diz que estas mensagens "revelam a importância do Brasil na agenda externa das Farc (...) para dar suporte à estratégia continental da guerrilha".
As Farc, acrescenta a "Cambio", aproveitaram "a conjuntura criada pela chegada de Lula e do influente PT ao poder para chegar até as mais altas esferas do Governo".
A "Cambio" também disse que, "apesar de os e-mails serem apenas indícios de um possível comprometimento do Governo Lula com as Farc - pois nenhum dos funcionários enviou mensagens pessoais a algum dos membros do grupo guerrilheiro - despertam muitas dúvidas que exigem uma resposta do Governo" brasileiro.
Em depoimento à Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados em abril, Garcia disse repudiar os métodos usados pelas Farc, como seqüestros, ataques terroristas e uso de dinheiro do narcotráfico.
Naquela oportunidade, Garcia afirmou que o Brasil tem que assumir uma posição de não interferir no conflito colombiano, mas que também não pode ficar indiferente.
Recentemente, Garcia classificou como "irrelevantes" as mensagens encontradas no computador periciado pelo Governo colombiano.
Consultada pela Agência Efe, a assessoria da imprensa da Presidência da República disse que desconhecia o conteúdo da matéria da "Cambio".
EU NÃO TENHO DÚVIDAS QUE ESSE CARA (JOSÉ DIRCEU) FAÇA PARTE.
Para não cair no esquecimento, o motivo pelo qual da postagem!
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Mais uma de nossos representantes, eita povinho bom!
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