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sábado, 27 de março de 2010

Escândalos de pedofilia complicam Vaticano

A revelação de que o Vaticano interrompeu uma investigação sobre um padre de Wisconsin, acusado de molestar cerca de 200 garotos surdos, ecoou na Itália, onde 67 homens e mulheres surdos acusaram mais de 20 padres de estuprar e molestar crianças durante anos. Apenas agora, um ano após o caso italiano vir a público, o Vaticano está recomendando à diocese que entreviste as vítimas para saber suas versões sobre as acusações. Os dois casos são os mais recentes de uma série de escândalos, nos dois lados do Atlântico, que ameaçam macular o próprio papado. O escritório encarregado da disciplina entre os clérigos foi durante longo tempo liderado pelo cardeal Joseph Ratzinger, hoje papa Bento XVI, e um processo sobre o caso do Wisconsin foi interrompido após um apelo feito pelo padre em carta a Ratzinger. O Vaticano defendeu fortemente o pontífice na quinta-feira e denunciou a existência de uma campanha de infâmias contra o papa e seus auxiliares. As autoridades religiosas insistem em lembrar que esse não é apenas um problema da Igreja Católica. As ações de ontem do papa foram marcadas pela “transparência, firmeza e severidade”, diante de vários abusos cometidos por religiosos, afirmou o jornal do Vaticano, L’Osservatore Romano, em texto na sua capa. O diário criticou a “tendência prevalecente na mídia” de ignorar os fatos e disseminar uma imagem da Igreja Católica “como se ela fosse a única responsável por abusos sexuais - uma imagem que não corresponde à realidade”. O Vaticano respondia a documentos revelados pelo jornal The New York Times, segundo os quais o escritório comandado pelo hoje papa mandou que se encerrasse uma investigação dos religiosos sobre o reverendo Lawrence Murphy, um padre de Milwaukee acusado de molestar 200 garotos surdos entre 1950 e 1975. Murphy morreu em 1998, dois anos após Ratzinger saber pela primeira vez das acusações e mais de 20 anos depois de a diocese de Milwaukee se informar sobre o caso. O Vaticano nunca tratou diretamente do caso italiano, registrado inicialmente em uma investigação da Associated Press em setembro. Em um texto do ano passado, 65 ex-alunos de uma escola para surdos de Verona descreveram abusos sexuais, pedofilia e castigos corporais ocorridos entre 1950 e 1980. Eles nomearam 24 padres, irmãos e leigos que passaram pelo Instituto Provolo para os Surdos. Nem todos afirmaram ter sido vítimas, mas 14 deles divulgaram comunicado e registros relatando os abusos, alguns ocorridos durante anos. A primeira reação pública do bispo de Verona, monsenhor Giuseppe Zenti, foi acusar os ex-estudantes de mentir. Porém, após um dos leigos admitir que teve relações sexuais com estudantes, o bispo ordenou uma investigação interna.

HORA DO PLANETA

Belo Horizonte também vai participar da Hora do Planeta, movimento simbólico organizado pela WWF-Brasil para chamar a atenção para as mudanças climáticas que estão mudando a vida na Terra. Neste sábado, de 20h30 às 21h30, serão apagadas as luzes do complexo do Palácio da Liberdade, que inclui o Palácio dos Despachos e o Batalhão de Guarda; o Palácio dos Mangabeiras, o Centro Mineiro de Referência em Resíduos (CMRR) e todos os prédios da Cidade Administrativa de Minas Gerais - os prédios Minas e Geraes, o Palácio Tiradentes, Auditório Juscelino Kubitschek e Centro de Convivência. Qualquer pessoa pode participar fazendo um apagar de luzes simbólico e consciente de que toda ação diária, em casa, no trabalho ou lazer, tem impacto direto sobre o meio ambiente. “Ninguém está propondo um blecaute. O mais importante não é o pouco de economia de energia com esse apagar de luzes. A ideia é fazer uma corrente e iniciar a construção de um mundo melhor”, diz o superintendente de Conservação para Programas Regionais do WWF Brasil, Claudio Maretti. O objetivo do protesto não é causar desentendimentos ou transtornos. Então, se você quer participar mas não estará sozinho, conscientize as pessoas que estarão com você no horário previsto para o protesto - entre 20h30 às 21h30 - e chegue a um acordo antes de simplesmente desligar a luz. História A Hora do Planeta começou em 2007, apenas em Sidney, na Austrália. Em 2008, 371 cidades participaram. Milhões de pessoas em mais de 4 mil cidades de 88 países apagaram as luzes. Em 2008, o Brasil participou pela primeira vez com a adesão de 113 cidades brasileiras, incluindo 13 capitais. Em Minas Gerais foram apagadas as luzes do Palácio da Liberdade e da antiga sede do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, localizada no centro de Belo Horizonte. Neste ano, mais de 70 cidades brasileiras vão apagar as luzes neste sábado, inclusive 19 capitais. Conscientização Um dos articuladores da adesão minera à Hora do Planeta 2010, o Programa Ambientação realizou nessa quinta e sexta-feira ações educativas nas dependências da Cidade Administrativa de Minas Gerais ações conscientização ambiental junto aos servidores do complexo para que eles repliquem a ação em suas casas. Saiba mais sobre o protesto e veja quem mais aderiu no site oficial www.horadoplaneta.org.br. Por que apagar as luzes? O acordo internacional de clima, com medidas para que se mantenha o aquecimento global abaixo dos 2ºC, não foi assinado em 2009. Em 2010, novas ações devem ser tomadas para reduzir drasticamente as emissões de gases do efeito estufa. Cada ano que passa é crucial para o futuro do planeta. Além disso, 2010 é o Ano Internacional da Biodiversidade e a Hora do Planeta simboliza também a importância de protegermos ecossistemas e espécies e de nos adaptarmos aos efeitos das mudanças climáticas. No Brasil, o desmatamento das florestas, principalmente da Amazônia e das regiões de cerrado, é responsável por 75% das emissões de CO2, o principal gás causador do aquecimento global. Evitar o desmatamento em todos os biomas, manter as matas ciliares e garantir a integridade e a saúde dos rios, aumentar o saneamento básico e a qualidade da água, além de promovermos uma economia mais verde e ambientalmente responsável, são alguns dos deveres de casa que devem ser feitos. (com informações do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos de Minas Gerais e Agência Brasil)

Mãe de Isabella passou noite em claro; notícia da condenação veio por celular

SÃO PAULO - A mãe de Isabella, Ana Carolina Oliveira, passou toda a noite acordada e só conseguiu dormir por volta das 6h. Ela foi avisada por uma mensagem de celular do resultado do julgamento que condenou Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá pela morte de sua filha. Foi a assistente da acusação, Cristina Christo, quem enviou a mensagem. Segundo o site G1, por viva voz ela agradeceu aos jurados pela condenação. Pouco depois, saiu na sacada de sua casa para acenar para a multidão que comemorava a condenação do lado de fora do prédio onde ela mora, na Vila Maria, em São Paulo. Muita emocionada, Ana Carolina chorou. Após ser liberada do Fórum de Santana com quadro agudo de estresse, na manhã de quinta-feira, Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella, não acompanhou o último dia de julgamento do casal Alexandre Nardoni e Ana Jatobá, condenados pela morte de sua filha. Os pais dela, Rosa Maria e José Arcanjo, mantiveram a filha informada por telefone. - Estou bastante tensa e fragilizada e não tenho condições de falar muito sobre esse assunto - disse Ana Carolina ao site G1. - Tenho esperança que a justiça seja feita - disse ela ainda antes do anúncio da sentença. Mais tarde, ao "Jornal Nacional", da TV Globo, ela informou que estava abalada e que recebeu orientação médica para acompanhar de casa a evolução do julgamento. Ana Carolina foi a primeira testemunha do julgamento. Num depoimento emocionante sobre a filha, ela emocionou os jurados e a platéia que assistia ao júri. Numa estratégia que surpreendeu a todos, os advogados de defesa pediram que ela ficasse à disposição para uma possível acareação com os réus. Ela ficou incomunicável em uma sala do fórum. Na quinta, avaliada por um psiquiatra, foi diagnosticada com um quadro agudo de estresse e os advogados de defesa concordaram com a liberação. A acareação não aconteceu. O Globo, com informações da TV Globo e G1

Furnas é multada em R$ 54 milhões por apagão

Ao contrário do que foi alegado na época do blecaute de novembro passado pelo governo, o sistema de transmissão de Furnas que transporta a energia de Itaipu ao Sudeste apresenta graves problemas e falhas de manutenção. É o que aponta o relatório da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) sobre a atuação de Furnas no apagão que deixou 18 Estados sem luz no dia 10 de novembro do ano passado. Com base nesse documento, a área técnica da Aneel aplicou multa de R$ 53,7 milhões a Furnas, uma das maiores já determinadas pela agência. A estatal tem dez dias para recorrer. Segundo o relatório, essas linhas de transmissão têm "necessidade urgente" de "manutenção adequada, modernização do sistema de proteção, modernização ou substituição das unidades terminais remotas do sistema de supervisão e controle e reciclagem e treinamento do pessoal de operação". Além de cobrar providências, o relatório mostra que equipamentos do sistema de transmissão de Furnas que transporta a energia de Itaipu estavam com sérios problemas e não foram trocados ou consertados. Em dois circuitos que caíram no dia do blecaute, na linha Ivaiporã (PR)-Itaberá (SP), a Aneel ressalta que os para-raios foram classificados como "suspeitos" em estudo feito pelo Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel) entre 2004 e 2006, "e não haviam sido substituídos até o dia do blecaute". Até ferrugem os técnicos encontraram em equipamentos da rede de transmissão. Diz o relatório: "Foram constatados, pela fiscalização da Aneel, fortes sinais de ferrugem nos isoladores, nos para-raios, nas estruturas metálicas e nas conexões de aterramento da SE Itaberá. Situações semelhantes foram encontradas também nas subestações de Ivaiporã e de Foz do Iguaçu". Não só os equipamentos estavam defeituosos. Também, segundo a Aneel, "houve demora no processo de recomposição do sistema pela perda das Unidades Terminais Remotas, devido à deficiência do sistema de supervisão e controle de Furnas". O relatório sustenta que o "obsoletismo" nas instalações de segurança da linha de transmissão já havia sido identificado em 2003. Depois disso, Furnas propôs melhorias a serem adotadas até dezembro de 2006. O programa, porém, foi adiado para dezembro de 2008 e, depois, para dezembro deste ano. O relatório, assinado por sete técnicos da Aneel, ainda faz uma análise dos prejuízos posteriores ao blecaute. A agência lembra que, por causa das fragilidades no sistema de transmissão de Itaipu, depois de 10 de novembro, o transporte de energia da super-hidrelétrica foi reduzido. Para compensar, o governo teve de mandar ligar usinas termoelétricas. O custo adicional causado no sistema - que pesará nas tarifas dos consumidores - chega a R$ 12 milhões por dia. Isso significa que os consumidores das Regiões Sul e Sudeste terão ainda de pagar um acréscimo em suas tarifas que pode chegar a 1 ponto porcentual. A conta foi feita pelo diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) Edvaldo Santana, com base na estimativa do custo adicional de R$ 12 milhões por dia da geração térmica. Esse efeito, porém, só se fará sentir nos próximos reajustes, e cada distribuidora do País tem uma data diferente para reajustar suas tarifas. Fiscalização. Santana admitiu ontem, com base nos problemas de Furnas, que a Aneel pode ter de aprimorar sua fiscalização na área de transmissão. "A própria Aneel pode precisar melhorar seus processos de fiscalização." Entre as melhorias, segundo ele, está a contratação de mais pessoal. Hoje a Aneel tem apenas dez fiscais próprios para mais de 100 mil quilômetros de linha de transmissão. Para executar o serviço, ela acaba contratando fiscais terceirizados. Santana também disse que as fiscalizações nas linhas são feitas hoje por sorteio. Uma possível mudança poderia ser priorizar os troncos de transmissão de energia mais importantes, como é o caso de Itaipu. No caso do blecaute de novembro passado, a Aneel está apenas começando a investigar todas as empresas e agentes envolvidos.

terça-feira, 23 de março de 2010

Basta de mentiras!

Sou brasileira e estou de saco cheio de ver tanta mentira e hipocrisia desse tal de político. Vamos ver então, estamos em um ano de eleição, todos tentarão mais uma vez iludir você, você eleitor. Por favor, antes de votar pense, pense com muito carinho, e principalmente, respeito a você mesmo, a sua cidade, ao seu Estado, revejam o que esse pré-candidato fez (se é que fez), não jogue fora a única arma que temos contra essa CORJA que está por vir, dizendo em bom tom que estarão para nos representar. Que Deus ilumine a todos na hora de seu voto!

Repartição dos royalties do petróleo acende debate de parlamentares

Desde o anúncio da descoberta de um megapoço de petróleo na camada pré-sal, os parlamentares têm encaminhado propostas para a repartição dos royalties oriundos da exploração do óleo. Nas últimas semanas, o debate acabou em uma “briga” entre Estados produtores e não produtores, desde que a Câmara dos Deputados aprovou a emenda do deputado Ibsen Pinheiro (PMDB-RS), no projeto que define a partilha como regime de exploração, e distribui de forma equitativa os recursos entre os Estados. O presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), é relator de um projeto de lei de autoria do senador João Pedro (PT-AM) que estabelece nova distribuição desses recursos. A matéria tramita em conjunto com 22 projetos de lei, todos tratando do mesmo tema. O senador tucano disse que pretende reunir as propostas em um “pacotaço” que será submetido à avaliação dos senadores. O projeto de lei de João Pedro foi apresentado em 2008 e segue a mesma linha da proposição de Ibsen Pinheiro. Quando estabelece a repartição o senador petista adota em seu projeto a regra da repartição igualitária dos royalties entre todos os Estados e municípios. Pela proposta, os royalties pagos mensalmente de tudo que fosse extraído da camada pré-sal equivaleriam a 25%. Esses recursos seriam distribuídos da seguinte forma: 5% para os municípios afetados pelas operações de embarque e desembarque de petróleo e gás natural; 15% para as Forças Armadas, com o objetivo de atender “aos encargos de defesa do território nacional”; 15% ao Ministério da Educação; 20% ao Ministério da Previdência Social; 20% para atender ao cumprimento do programa de renda básica de cidadania, instituído em 2004; e 25% para a integralização do Fundo Especial. O projeto de lei não altera a repartição dos recursos repassados atualmente aos Estados produtores e não produtores decorrentes da exploração de petróleo na camada pós-sal. Na exposição de motivos, entretanto, João Pedro não poupa críticas à atual legislação sobre distribuição dos royalties. – Na prática, a aplicação dos atuais termos legais resulta que o Estado do Rio de Janeiro fica com 86% dos royalties arrecadados no Brasil. Dentre os mais de 5.500 municípios brasileiros, apenas nove, localizados no Rio de Janeiro, ficam com 62% de toda a arrecadação nacional – alega o parlamentar. Na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), está pronto para votação o projeto de lei do senador Paulo Paim (PT-RS), que possibilita aos trabalhadores investir 10% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em empreendimentos de exploração e produção de petróleo na área pré-sal. A matéria já recebeu parecer favorável do relator Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN). Em seu parecer, o senador peemedebista que preside a CAE, destaca um estudo realizado pelo banco USB Pactual sobre os investimentos necessários para viabilizar a exploração no pré-sal. – Segundo estimativa do Banco USB Pactual, a exploração do pré-sal brasileiro pode requerer investimentos da ordem de US$ 600 bilhões. Um investimento de tal envergadura deve exigir o acesso a diversas fontes de financiamento. Os recursos das contas do FGTS nem de longe irão satisfazer a demanda relativa à exploração do pré-sal, mas eles representam uma fonte de capital digna de nota – afirma Garibaldi Alves. AGÊNCIA BRASIL

sábado, 20 de março de 2010

Sérgio Cabral anda tendo alucinações

O Governador do Estado do Rio de Janeiro anda tendo alucinações, acreditando que o então Presidente Lula vetará a emenda Ibsen, com relação a divisão dos royalties. Imaginem, o Lula vai perder a eleição caso assine esse veto, pelo que tenho visto na mídia, ele (Lula) já falou que agora é com o Congresso, aí me vem o Sérgio Cabral e fala que o geoverno (federal) está com o RJ, e ES...rsrsrsr dá para rir mesmo! Serginho tu andas tomando algum alucinógeno?rsrsr

Carta de papa a irlandeses é coerente com o passado, diz Vaticano

O conteúdo "lúcido e severo" da carta do papa Bento XVI aos irlandeses é "totalmente" coerente com o trabalho realizado durante 30 anos pelo cardeal Ratzinger, afirmou neste sábado (20) o diário vaticano "L'OsservatoSegundo o jornal, esse trabalho de três décadas se resume na exclamação que fez na Sexta-Feira Santa de 2005, poucos dias antes da morte de João Paulo II: "Quanta imundície há na Igreja, sobretudo entre aqueles que no sacerdócio deveriam pertencer totalmente a Cristo".E isso é coerente com o papa", acrescenta o periódico no editorial de seu diretor, Giovanni Maria Vian. Segundo ele, desde o primeiro momento, Bento XVI pediu aos prelados irlandeses que dirão a verdade sobre os fatos e adotarão todas as medidas para evitar casos similares no futuro. "O papa sempre buscou que os princípios de justiça fossem "plenamente respeitados" e "sobretudo" que as vítimas e todos os afetados "fossem curados desses crimes anômalos", acrescentou o jornal. Além disso, o periódico ressalta que o papa escreveu aos irlandeses uma carta "com valor sem precedentes" diante da situação "grave e vergonhosa" que atravessa a Igreja irlandesa. Vian ressalta em seu editorial a "amargura e a severidade" do texto de Bento XVI e afirma que foi escrito "não para esconder o mal realizado (pelos sacerdotes pedófilos) perante Deus e os homens, mas sobretudo para olhar para frente". Declaração foi divulgada no diário vaticano 'L'Osservatore Romano'. Editorial destaca a 'amargura e a severidade' do texto de Bento XVI.

domingo, 7 de março de 2010

TEMPO

Ciclone extratropical deve atingir parte do Sul do país FABIANA MARCHEZI - Agencia Estado 07/03/2010 SÃO PAULO - Um ciclone extratropical com rajadas de ventos que podem passar dos 80 quilômetros por hora deve atingir parte dos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul entre amanhã e terça-feira. O alerta foi divulgado hoje pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). De acordo com o órgão, o fenômeno, que é comum nesta época do ano, deve atingir a região leste do Paraná e de Santa Catarina e o nordeste do Rio Grande do Sul. A tempestade deve ocorrer por causa de um sistema de baixa pressão e das altas temperaturas das águas do Atlântico.

OLHA OS FICHAS SUJAS AÍ, ESTÃO DE VOLTA!

Mais da metade dos 70 deputados estaduais do Rio responde a processos na Justiça Publicada em 06/03/2010 às 18h13m O Globo Comentários..RIO - A sete meses das eleições, mais da metade dos deputados estaduais do Rio deve explicações à Justiça, conforme mostra reportagem de Cássio Bruno publicada na edição deste domingo do GLOBO. Dos 70 parlamentares da Assembleia Legislativa (Alerj), a maioria com intenção de concorrer à reeleição ou ao Senado, 37 respondem a processos que tramitam nas esferas estadual, federal ou eleitoral da Justiça, além de serem investigados pelos tribunais de contas do Estado (TCE) e da União (TCU). O levantamento foi feito pela ONG Transparência Brasil no segundo semestre do ano passado e atualizado pelo GLOBO nas duas últimas semanas. Os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) tentaram impedir a candidatura de pessoas com problemas com a Justiça, mas nem o Congresso nem o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovaram a medida. Com isso, só não pode disputar eleições aquele político que tiver sido condenado em última instância. Mas o TSE decidiu que, já neste ano, vai divulgar as fichas corridas de quem tem contas a prestar ao Judiciário. Dos cerca de 70 processos nos quais os parlamentares são citados, pelo menos 35 deles dizem respeito diretamente à atividade político-eleitoral dos acusados: são casos de infidelidade partidária, abuso de poder econômico e irregularidades nas prestações de contas quando os deputados ocupavam cargos de prefeito ou de vereador. De acordo com a Transparência Brasil, há também processos por acusações criminais, como formação de quadrilha, extorsão e homicídio. Existem ainda registros de crimes ambientais, irregularidades no repasse de verbas públicas e enriquecimento ilícito.

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