sábado, 21 de março de 2009
O PROBLEMA É SÉRIO!
Uma coisa é líquida e certa: não tem água para todo mundo. Não que a Terra um dia vá ser igualzinha à paisagem desértica dos filmes Mad Max ou Duna. Nada disso. Todo mundo já ouviu falar no ciclo das águas, certo? Pois bem, de fato, a água se renova infinitamente. Rios, lagos e oceanos evaporam, o vapor d'água fica um tempinho na atmosfera e depois volta na forma de chuva para reabastecer os mananciais e o subsolo, onde tudo começou.
Em outras palavras, a fonte não vai secar. Para cessar a produção de água no planeta, só se o mar virar sertão. Até aí tudo bem, sábia mãe natureza. Mas pouca gente se dá conta de que o problema não é a falta de água e sim a má distribuição e o mau uso desse precioso recurso. Desperdiçando e poluindo, aí sim, não há água que chegue! De nada adianta ignorar o catastrofismo da ficção científica, o problema é sério e real.
Enquanto a humanidade usar e abusar da água como se ela fosse inesgotável, o colapso no seu fornecimento vai ser uma ameaça concreta. Abundante ela é, admite-se. Compõe mais de dois terços (precisamente 71%) do planetinha azul. No horizonte, ela existe a perder de vista nos oceanos. Se, em vez de observá-la ao nível do mar, você estiver no pé de alguma montanha, a sensação é a mesma. Ela está sobrando nos cumes gelados.
É tanta água que talvez por isso se esbanje tanto. Na reportagem a seguir, você vai ver que as aparências enganam. É hora de fechar as torneiras. De acabar com o desperdício. A fartura de água não quer dizer que ela esteja disponível onde se precisa. E, onde a água é abundante, nem sempre ela tem a qualidade necessária para o consumo.
Quer ver um exemplo: quem lhe vem à mente quando você ouve falar de falta d'água? Pode apostar que a maioria pensa nos habitantes de regiões castigadas pela seca, que buscam o que beber em uma poça de água barrenta. Mas isso pode ter mais a ver com os moradores das grandes metrópoles do que você pensa. Se alguém anda léguas à procura do gole que restou, cidades inteiras são obrigadas a buscar água a dezenas, centenas de quilômetros de distância se seus rios estão poluídos. Na reportagem a seguir, você vai entender os motivos desse drama mundial.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Arquivo do blog
- março (5)
- janeiro (2)
- junho (7)
- maio (1)
- março (4)
- fevereiro (3)
- janeiro (1)
- dezembro (4)
- novembro (8)
- outubro (12)
- setembro (3)
- agosto (14)
- julho (4)
- maio (2)
- março (10)
- fevereiro (3)
- janeiro (4)
- dezembro (2)
- novembro (3)
- outubro (8)
- setembro (21)
- agosto (5)
- julho (4)
- junho (11)
- maio (23)
- abril (25)
- março (115)
- fevereiro (26)
Nenhum comentário:
Postar um comentário